Economista do Sinseb contesta argumentos da Prefeitura sobre caos nas contas
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O economista João Batista Medeiros foi um dos presentes na reunião mensal do Fórum de Entidades Sindicais do mês de setembro, realizada no dia 10, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Brusque (Sintimmmeb). Ele falou acerca de dois assuntos: estudo sobre a viabilidade da retomada de convênio entre sindicatos e a Prefeitura de Brusque em relação ás cotas de exames pelo SUS e outro estudo que trata da situação financeira da mesma Prefeitura em relação ao servidor público municipal.

Sobre este último assunto, Medeiros lembrou ações que a Prefeitura estava tomando nos últimos meses junto à imprensa local e que, segundo ele, tinham como objetivo criar instabilidade e desacreditar o servidor público perante a população. “Usar a imprensa desta forma. Jogar o servidor contra a população”, citou ele durante a explanação.

Um mês antes, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Brusque (Sinseb) apresentou à imprensa um relatório sobre a situação da prefeitura a longo prazo. A intenção era contrapor as argumentações do governo de que se nada for feito as contas do município entrarão em colapso em poucos anos. Três ou quatro, para ser mais exato. O que é infundado, conforme apresentou na reunião o economista.

Já em relação ao segundo assunto, das cotas de exames via Sistema Único de Saúde (SUS), Medeiros afirmou que pode haver um avanço. No ano de 2017, o governo atual anunciou que estava rompendo os convênios com sindicatos que permitiam aos associados das entidades receberem atendimento nos sindicatos e buscar exames e demais procedimentos encaminhados pelo SUS. A alegação era de que a medida, praticada há mais de duas décadas, era ilegal.

Segundo ele, as conversas e saudosa seguem no sentido de se buscar uma forma de viabilizar a retomada dos convênios, desta vez com garantias de tudo dentro da lei.